Ex-capa da Playboy é presa em Vitória por tráfico de drogas

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Ela é suspeita de pertencer a uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo da capital federal
REPRODUÇÃO

MIRELLE PINHEIRO
mirelle.pinheiro@metropoles.com

CARLOS CARONE
carlos.carone@metropoles.com
21/07/2020 8:46,
ATUALIZADO 21/07/2020 8:55

APolícia Civil do Espírito Santo prendeu, nesta terça-feira (21/07), a garota de programa Flávia Tamayo (foto principal), mais conhecida como Pamela Pantera. Ela é suspeita de fazer parte de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo, que atuam na capital federal. O bando era especializado em realizar a venda e distribuição de entorpecentes, principalmente drogas sintéticas e cocaína, a clientes de alto poder aquisitivo do Distrito Federal.

Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, e estrela de filmes eróticos da franquia Brasileirinhas, a mulher oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticado sempre eram acompanhados de carreiras de pó.

A suspeita foi presa por volta das 2h na recepção de um hotel da orla da capital capixaba quando retornava de uma atividade profissional. A prisão foi decretada pelo juízo da 1ª Vara de Entorpecentes do DF.

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Apartamentos de Flávia Tamayo foram alvos de busca e apreensão

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A garota de programa estava em Florianópolis quando a polícia cumpriu os mandados de buscaReprodução/Instagram

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Ela tem 120 mil seguidores nas redes sociaisReprodução/Instagram

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Flávia é famosa na indústria do cinema pornôReprodução/Instagram

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A garota de programa mora em Águas ClarasReprodução/Instagram

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A garota de programa também foi capa da SexyReprodução/Instagram

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A jovem de 22 anos posou para a Playboy em PortugalReprodução/Instagram

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Flávia Tamayo também é conhecida como Pâmela PanteraReprodução/Instagram

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A garota de programa faz sucesso nas redes sociaisReprodução/Instagram

Mulher de biquini
A garota venderia cocaína para os clientes mais abastadosReprodução/Instagram

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A morena coleciona clientela formada por servidores públicos federaisReprodução/Instagram

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A garota de programa atende em um flat de luxo no Setor Hoteleiro NorteReprodução/Instagram

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Apartamentos de Flávia Tamayo foram alvos de busca e apreensão

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A garota de programa estava em Florianópolis quando a polícia cumpriu os mandados de buscaReprodução/Instagram

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Prisão
A ação da PCES deu continuidade à Operação Rede, realizada em junho, quando mais de 200 policiais do DF cumpriram 37 mandados de busca e apreensão e prisão.

De acordo com a Polícia Civil, logo após ser dada voz de prisão, a mulher tentou chamar a atenção de clientes do hotel, fazendo um escândalo. A corporação detalha que, aos berros, Flávia tentou tirar a própria roupa, sendo impedida pelos agentes que atuavam na apreensão.

Com a jovem, foi apreendida pequena quantidade de droga para consumo próprio, uma quantia não divulgada em dinheiro em espécie e um celular. Após ser lavrado Termo Circunstanciado, a suspeita foi encaminhada ao sistema penitenciário capixaba, onde permanece à disposição da justiça brasiliense.

mulher deitada
A garota de programa foi monitorada pela PCDFReprodução/Instagram

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O caso de Flávia é apurado pela PCDFReprodução/Instagram

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Garotas de programa do DF foram alvo de apuração da PCDFReprodução/Instagram

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A garota de programa estaria viajando a trabalho quando seus imóveis foram alvo de buscaReprodução/Instagram

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A suspeita estava em Florianópolis no momento da operação Reprodução/Instagram

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A garota de programa foi monitorada pela PCDFReprodução/Instagram

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O caso de Flávia é apurado pela PCDFReprodução/Instagram

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Operação Rede
As investigações que embasaram a operação coordenada pela PCDF duraram dois anos. Durante a ação deflagrada em junho, policiais da 5ª DP apreenderam grande quantidade de cocaína, lança-perfume, além de arma de fogo e munições. As mulheres negociavam programas sexuais regados a pó para uma clientela seleta.

De acordo com investigações da 5ª DP, não há conexão entre os núcleos criminosos, mas todos exercem funções parecidas: a distribuição dos entorpecentes para traficantes menores e usuários que ficam na ponta do esquema.

À época, no DF, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Águas Claras, Candangolândia, Setor Hoteleiro Norte, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Planaltina, Brazlândia, Lago Norte e Goiânia (GO). Entre os alvos da operação, havia um terceiro grupo especializado na distribuição de drogas na região central de Brasília. Os criminosos adotaram o sistema delivery, fazendo a entrega nas mãos dos usuários.

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