Com nove mortes pela Covid-19, DF registra 2.266 óbitos e 148.037 casos

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Foram 910 infectados entre sábado (22/8) e este domingo (23/8). Dos falecimentos, 2.071 foram de moradores da capital do país

funcionarios da saude em atendimento a pacientes no hospital hran coronavirus
De acordo com o Painel Covid-19, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, a capital do país registrou nove mortes pelo novo coronavírus entre a noite de sábado (22/8) e a tarde deste domingo (23/8). Assim, a cidade chega a 2.266 óbitos desde o início da pandemia.

São 2.071 falecimento de moradores do DF e 195 de habitantes de outras unidades da Federação que morreram em unidades hospitalares de Brasília.

Os últimos óbitos foram registrados em Ceilândia, Taguatinga, Plano Piloto, Gama, Guará, Sobradinho, Vicente Pires e Núcleo Bandeirante.

A pasta também informa que 910 novos casos da Covid-19 foram registrados entre um dia e outro. Assim, o DF chega a 148.037 infectados pela doença. Por outro lados, 128.903 (conseguiram se recuperar.

A Secretaria de Saúde do DF anunciou mudanças na metodologia de divulgação dos óbitos. De acordo com a pasta, essa medida não altera o somatório total ou os demais registros sobre as vítimas. Os novos falecimentos da estatística oficial foram contabilizados neste domingo, mas não significa que ocorreram nesta data. Isso porque, em alguns casos, leva-se mais tempo para confirmar a causa da morte, e o registro é feito dias depois.

Idosos

Assim como no Brasil, onde cada um dos 27 estados vivem uma pandemia “diferente”, o local da moradia dos brasilienses também influencia no risco de vida, ainda mais em populações na mesma faixa etária. Levantamento feito pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, mostra que, até hoje, pelo menos 1.639 pessoas com mais de 60 anos morreram vítimas do SARS-Cov-2 no DF.

Desse valor, 169 vítimas são moradores de Taguatinga, que contabiliza uma taxa de 82,1 mortes a cada cem mil habitantes. Em Ceilândia, a taxa chegou a 65,8, com 285 mortes. Ou seja, o risco de um taguatinguense mais velho morrer por Covid-19 no Brasil é maior que o enfrentado por ceilandense da mesma idade. Assim como um morador do Gama com mais de 60 corre 3 vezes mais risco que um morador de Águas Claras.

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